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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Undaground Hiphop


Ess artigo ê um critica construtiva sobre parte dess artigo li, publicod ne jornal online Expresso das Ilhas. E ess parte que levam a escrevê esh linha, te dzê o seguinte:

‎"Enumerando alguns estilos de Hip Hop, desde graffity, music, step up flúor, de Stret Dance, Jailson Lopes reconhece, entretanto que "underground" é um estilo violento, infelizmente praticado por muitos grupos." - in Expresso das Ilhas, 6-2-2012
 
Antes de tudo um crê dzê que um fcá content quando um oiá mais um artigo publicod ne jornais de terra, sobre Hiphop. Ainda mais content um fca, por ser um artigo que te falá sobre crianças caboverdianas envolvid ne ess cultura que começá ne South Bronx, E.U.A e espaiá pe mund inter. Hiphop hoje em dia ê um cultura global e um de quesh cultura que sis element ca ta exclui pessoas devid a etnia, cor de pele, idade ou "status" social.

Pe intendê Hiphop, a cultura (hoje em dia bastante descaraterizod de sê formato original, por motivo de tentá comercializa sis elemento), primer ê preciso sabê ne quais condições sociais e económicas que ess cultura surgi. Ê preciso sabê em que condições que esh pessoa que dá inicio a ess cultura tava te vivê. E sô ess parte li, tava tmá mut mas do que um artigo inteiro pe descrevê. Em jeito de sintese, um tava mandá leitor pesquisá sobre contexto social em que população de South Bronx (Estados Unidos da America), local ondê que Hiphop nascê, tava te vivê na finais de anos 60 (1969) e durante a década de 70, de século passado (sec. XX, portanto de 1969 até finais de 70).

Um ti te bem citá extracto dum livro, pe ilustrá so um bocadim esh condições sociais e economicas dess lugar, na altura de génese e quesh primer evento que dá origem a cultura Hiphop.

Quel desastre de South Bronx, cria um cemitério de esperança que era adornod que desespero, destruição, incendios, drogas, violência, e mortes trágicas. Ma mesmo num zona onde gent amaldiçood era intencionalment oprimid e abandonod (na forma de um "negligência benigna" ), depos atacod sem piedade e largod a sês mercê, pa morrê, quel pulsar refilon de humanidad nunca extingui completament. Foi ess pulsar, ess Batiment (Beat), que unificá um bocod de jovens negros e porto-riquenhos, residentes ne South Bronx. E ness processo de juntá a voltá dess batiment (do inglês "Beat", palavra que por si sô, te trazê tud quel historia de DJing e Breakdancing directament arrastod ma el. Esh ultimo, dois elementos fundamentais da cultura Hiphop e que surgi antes de MCing, outro elemento de cultura Hiphop), esh formulá um nova forma de oiá vida, um novo estilo de vida...Ess estilo de vida incorporá quel dor de negligência e abandono...essência de Street knowledge (conhecimentos de rua), e puro foco ne sobrevivência. El movê depos pe um novo ritmo, rima e razão. E el transformá quel estilo, atitude, e busca pe respeit ne um força poderosa. Com o tempo, ess novo moviment cultural passá a ser conhecid pe Hiphop.

- Sintése do Capitulo 1 (entitulado "Backdrop to Hiphop: The Story of The South Bronx Disaster") do livro "The BeatTips Manual", da autoria de Amir Said (5ª Edição)

Um ca ti te bem dá um aula sobre génese dess cultura, mod tava trá foco dess artigo, cujo objectivo ê comentá e discordá de certas afirmações transcritas ness artigo de jornal, atrás citado. Ma sô pa ca começá contrução "pe rés de chão", um crish sentá ess "base". E pa bom entendedor e gent atent a situação actual de nos terra, ess contexto social explicod ne livro de Amir Said, podia até que ser traduzid pe nos situação. Ma não é por aí cum crê começá. No bai por partes. 

"Tud vez que um newcomer (novato) for mal informado sobre história da cultura Hiphop e Hiphop/Rap Music, cultura Hiphop e Hiphop/Rap Music te perdê um pedaço de sê história e part de sê significado" - Amir Said, in "The BeatTips Manual"

Hiphop, de forma quel surgi, e a medida que el bai te evolui, el trazê sis element junt ma el. Elementos moda Djing (arte de DJ), Graffity, Break Dance e MCing (ondê que te entrá rap, mod um rapper ê quase que um MC, ma não mesma coisa e anê pe confundish. Ma ess ê ot estoria pa depos). Esh "menin" dess zona (Bronx) e de várias outras zonas considerod "zonas sem solução", ê que foi primeiros agentes dess cultura que hoje em dia ê um cultura que te gerá milhões de dolares e que transformá tcheu oportunistas sem talent e sem ligação direct ma ess cultura ne homens ricos. Ma também el dá tcheu gent sem voz um voz e el fazê tcheu menin que era oiod como um inimig publico, vrá homens com um salário e familia. E as vezes até benfeitores de sis comunidade.

Portant, Hiphop sempre ti tem bem relatá ou reflecti ish sentiment que teve ne sê génese, ne sê origem. Ma que no confundi rebeldia e "refiladeza" de Cultura Hiphop perante sistemas opressores de seres humanos que violência gratuita. Dos cosa totalment diferent. Violência ne Hiphop foi sobre explorod  e incentivod e glorificod vezes e mais vezes, precisament pe agentes de sê comercialização e após sê comercialização. Ma não pe quem crial e pe quem que divia ter trod algum dividend dess cultura. Ao tentá comercializá tud ess cultura, esh (pessoas que ca tava fazê parte dess cultura) consegui vrá sô Rap Music rentável. E como esh que consegui nem esh que sabia comercializá outros elementos dess cultura, Rap começa te panhá ot dimensão e passá a tchmá mas atenção do que qualquer ot element dess cultura. Rap vrá cara dum moviment, dum cultura que tinha mas lementos além de MCing (Rap). Excusod dzê que, ess foi um moment fragil  pe um cultura que siss slement era interligod, ma ao mesmo temp um moment desicivo pe espaia Hiphop pa tud ess planeta. Através de sê musica, Rap.

E pe comercializá Hiphop, esh teve que leval pe "mainstream", que ne linguagem e contexto de Hiphop ê o extremo oposto de "Underground". Underground ne Hiphop ê mas um "status" (estuto) que um estilo. Embora hoje em dia, ess mesma comercialização de Hiphop, ofuscá sis frontera. Ma da mesma forma que sô quem conchê e te vivê ess cultura te podê diferenciásh, ess frontera ê facilment identificod pe cada individuo que te sigui ou fazê parte dess cultura. Ê dificil pe um "outsider, ou mesmo alguém "inside" e que ta mal informod, sabê distrinçá ess frontera entre "mainstream" e "undaground". Mas um vez, e por incrivel que pareça, causod pess mesma comercialização de cultura Hiphop e Hiphop/ Rap Music.

Agora sim, um tava gostá de comentá ess afirmação publicod ne jornal, que levam a citá tud esh paragrafo.

1º Graffiti, ê um element de cultura Hiphop e não um "estilo de Hiphop". Nem um de quesh ot cosa lá mencionod ("music, step up flúor, de Stret Dance") anê element nem "estilo" de hiphop. "Stret Dance" podê estod te crê fazê referência a "street dance". Que podê ser um forma novo que esh otchá pe tchmá B-boying ou breakdance, que moda que jam explica ê um elemento da Cultura Hiphop. Caracterizod pe B-boys ou  seja Break Dancers (que originalment tava dança ne som de quesh "break" ou partes especificas de um som ne um disco vinyl tocod pe DJs, quando esh começa te fazê quesh primer festa que originá ess cultura que hoje ê Hiphop), que começá te dança primer na festa e depos ne rua e ne tud lugar (palcos,etc) ao som de musicas selecionod pe DJs.

2º Jam explicá que undaground ca podê ser visto apenas como um "estilo" de Hiphop. Mas sim , e mas correcto ainda, como um "status" dent de cultura Hiphop. E quel franja de Hiphop que te designá esh mess como "Undaground Hiphop" ca podê nunca ser considerod mas violent que quesh musica tocod tud dia na certas radios e outros media. Musicas feitos pe agentes culturais mais voltados para o "mainstream" e que na seio de comunidades de Hiphop ne tud ess planeta ê conchid como os que te promovê sô coisa meriod. Promovê violência, trata amdjer como objecto, etc. Por exemplo, artistas moda 50 Cent,Lil' Wayne...anê underground. Precisament o contrário esh ê "mainstream" e esh sim, esh sish hiphop ê totalment desprovid de conteudo educativo e te sirvi mas pe ishná mnin tchmá amdjer "bitch" e endocrinash ne um cultura te "ter" e não de "saber". Vários se não tud artistas Hiphop caboverdianos, moda L.O.D, Gerson Cunha (agredid doming passod pe plicia de cabo verde, pa mod dze verdade na som e ne videoclipe), ê underground e chei de conteudo. Tão cheio de conteudo que esh te até procurá abafá artistas do tipo. Tanto dentro de Cabo Verde como fora. E um podia pontá vários e vários exemplos, ma no fcá sô quesh mas recent.

Ao contrário de pessoal que ê "mainstream",  pessoal "undaground" te representá ondê quesh bem e te falá de pobreza e luta contra sistema. Agora, num luta desleal contra um sistema desleal, sistema el mess te tratá de rotulá quem te opô a el como "violento" e sabe-se lá que mais, pa escondê a própria violência do sistema, inflingid ne esh agentes da cultura Hiphop que te defeni esh mess como undaground. Amilcar Cabral era um terrorista pe regime colonial. E talvez hoje em dia, da mesma forma, os resistentes do Undaground Hiphop sejam uma ameaça pa ess sistema desleal que agentes da cultura Hiphop ne Cabo Verde te vivê actualment. Gent que crê fazê dret ma que ê negod um de sis direit fundamental. Direit a um voz!

Um te esperá que um esclarecê ess assunt de uma vez por todas. Um te esperá que ca ta fcá duvidas que ess "descrição errod" de Undaground Hiphop, ou de qualquer coisa que te dzê respeit a Hiphop (sem primer sabê sobre cultura Hiphop), ca ti ta bem ser aceitod pe agentes da cultura Hiphop ne Cabo Verde.

E pe quem ca conchê nha trajectória ness cultura e ta duvidá de nhe conheciment sobre ess materia, Cultura Hiphop, um te dzê o seguinte. Se bo escutá programa "Tres Quart" ( Rádio Nova) durant 6 anos no ar pa tud Cabo Verde, e mais recentement Programa "Hora H", bô sabê dritim que um de nhis frase (que  torná quase que num mantra pa mi de tont dzê), "Hiphop anê violência nem delinquência."

E tem várias outras pessoas ne Cabo Verde que tem também bagagem pe falá ness assunt, porque mi anê dono nem senhor d'Hiphop Criol. Nem um crê ser isso. Tem mais cabeças esclarecid, sim. Ma um que crish esperá pa ninguém, pa defendê um cultura que um te fazê parte e um te conchê e vivê tud dia. Um podia desenvolvê cada paragráfo ainda mais e falá mais de quesh elementos que te fazê parte da Cultura Hiphop. Mod tem tcheu cosa ainda pe dzê, sobre cada elemento. Ma anê ess quê objectivo dess artigo.

Um sabê que intenção do articulista nem de entrevistado ne ess artigo de jornal Expresso das Ilhas ca foi de danificá imagem de Hiphop. Pelo contrário. Ma situações do tipo, ideias sem fundamento nem background, te fcá meriod pe quem te vivê ess cultura e conchel dret. Quando no falá dum assunto, no tem que dzel moda que el ê e não moda que nô te imaginal ser. Por isso um te apelá tud quem te gostá ou interessá pe ess cultura, pa estudá sobre el moda qualquer outro cultura ou materia de vida. Pe saber e conheciment podê falá mas alto que opinião.

Um te fcá preli. 

Mi ê Hiphop Criol, mi ê Undaground Hiphop!



Referências:
  • "Hip Hop desperta atenção nas crianças dos 10/12 anos de idade" (Artigo publicado no Expresso das Ilhas)
  • "The BeatTips Manual", de Amir "Sa'id" Said
  • "Graffiti NYC", de Maritnez /. NATO
  • "Wild Style" (1983), filme de Charlie Ahearn
  • ...

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Estado Policial, ou Estado Democrático!? (1ª Parte)

Ultimo fim de semana no Mindelo, Cabo Verde....

"02:00h da madrugada, domingo 29 de janeiro.

Eu e mais dois amigos saiamos de uma matiné no castilho com quase todo o pessoal masculino que se encontrava também no mesmo matiné de repente nos somos abordados por policias de intervenção (policia de shock).

Tivemos direito a pente fino à base de pauladas e ponta pês, não possuiamos nada que nos encriminasse e mesmo assim obrigaram-nos a entrar nos carros de patrulha, outra vez à base de pauladas.

Deixaram-nos num quintal depois das duas de madrugada até as sete da manhã, com direito a banho de água para todos no caso de alguém falar qualquer coisa que seja.

Ninguém me contou eu tive lá, fui vítima de abuso de autoridade presenciei barbaridades de policias burros e ignorantes, vi com os meus olhos a covardia de policias agredindo uma mulher com bafatadas, vi também um homem sendo humilhado por um agente sem farda com bafatadas no rosto e ponta pês. Teve até ameaça de morte por parte do policial.

Eu vi ninguém me contou, a vi… homens sendo humilhados tratados como lixo. Inclusivo eu !!!

- Gerson Cunha


Nota: Recebi este e-mail e fiquei revoltado. Duas vezes revoltado. Por se tratar de uma barbaridade e por não ser um caso isolado nem desconhecido do publico cabo-verdiano. Falo do desrespeito pelos direitos humanos e da falta de respeito claramente documentada nos jornais da praça por parte de agentes que não pautam pelas regras da instituição que representam. Será esta uma represália por este artista ter abertamente criticado a insegurança que o pais vive numa das suas faixas musicais!? Voltarei ao assunto assim que recolher mais informações.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Orquestra Infantil de Batucada para os Direitos Humanos (ADECO)


Este pequeno projecto foi implementado graças ao financiamento dos Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (EACDH) e ao envolvimento da comunidade da Ilha d´ Madera, dos colaboradores e sócios da ADECO. Um agradecimento especial a ADEI, a única instituição cabo-verdiana a se associar ao projecto.

De entre os objectivos do projecto constam os seguintes:

  • Educar os jovens cabo-verdianos em matéria de direitos humanos, os impactos e perigos ao não respeitar os direitos humanos

  • Envolver os jovens na campanha de promoção do respeito pelos direitos humanos em Cabo Verde;

  • Capacitar jovens artistas com informações que eles usarão na composição das suas canções, pinturas, performances;

  • Denunciar violações dos direitos humanos

  • Incentivar as autoridades a agirem…
1. "Orquestra Infantil de Batucada para os Direitos Humanos"
 
A meta era a conscientização e educação de 30 crianças e adolescentes de ambos os sexos do bairro "Ilha d´ Madera", subúrbio da cidade de Mindelo, um dos bairros mais marginalizados de Cabo Verde. Efectivamente se inscreveram mais de cinquenta crianças (dos 6 aos 14 anos). Optamos por não deixar nenhuma criança de fora…o que implicou a duplicação de esforços e de encargos.


No âmbito da criação da orquestra de percussão foram realizadas acções de formação visando educar e sensibilizar as crianças em Teoria Musical, nos Direitos Humanos e Cidadania, na Gestão, Empreeendedorismo e Economia Doméstica e na Pratica de Percussão.

É de ressaltar o envolvimento e o apoio da comunidade da Ilha d´Madera e dos inúmeros ensinamentos, das surpresas gratificantes e das vitórias simbólicas e não só. Uma delas, que por si só justificou a implementação do projecto, foi o facto de uma criança de 13 anos que não sabia ler porque tinha abandonado a escola na segunda classe, durante a formação tomou consciência da importância de saber ler e solicitou o nosso apoio para voltar a estudar. Hoje é um aluno muito aplicado! Uma surpresa agradável foi a de um pai de uma das crianças, operário numa das fábrica, ter oferecido um almoço a todas as crianças da “escola de batucada”.


Vários outros exemplos de envolvimento espontâneo da comunidade da Ilha d´Madera podiam ser relatados (desde a organização de sessões de cinema, de torneios de futebol, de cedência de instrumentos, de disponibilização para palestras e aulas, a oferta de “donuts” as crianças, etc. até as inúmeras felicitações e encorajamentos a ADECO por esta iniciativa). Uma lição de cidadania, de solidariedade e de responsabilidade social das gentes da Ilha d´Madera e da Ribeira Bote no geral.
Há meses que se espera eco / reacção de várias autoridades nacionais as propostas de parceria, tendo em conta as várias dimensões desse projecto-piloto que inova ao fazer dos jovens e das crianças promotores, e não de meros receptores de informações, das causas dos direitos humanos, da cidadania e do civismo, da sua vertente cultural e principalmente as potencialidades inerentes a sua replicação noutros bairros e noutras ilhas...

2. "Festival da Juventude para os Direitos Humanos"

O Festival da Juventude para os Direitos Humanos pretende ser um festival diversificado de música (tradicional, hip hop, reggae, etc.), dança, vídeo, graffiti, etc. O festival tem como objectivo principal estimular o empenho dos jovens na implementação dos Direitos Humanos em Cabo Verde, o que se pressupõe a sua própria educação e conscientização, na sensibilização e motivação dos seus pares / colegas, na denúncia situações de desrespeito dos direitos humanos e na procura de solução.

Inscreveram no festival mais de vinte bandas de musicais e grupos de dança. Todas as bandas participantes no evento deverão criar canções, coreografias e pinturas relacionadas com a promoção dos direitos humanos. Vários grupos já entregaram na ADECO as suas composições.

 - Comunicado de imprensa da ADECO.


Video: TCV

sábado, 31 de dezembro de 2011

RECORDAI d'CABO VERDE [a G.Silva film]

 RECORDAI , instrument que criança (e gent grand tambê) te faze ne Cabo Verde, na temp de festa de fim d'ano. 

Ess instrument, que tem um som parcid que "tambourine" (pandeiro), fazê part de infância e vida de tcheu caboverdian. Ne dias 30 e 31 de Dezembro, meninos te estod tud atarefod pe fazê um RECORDAI, pesh podê bá "Tocá SãoSilvestre".

De porta em porta, grupos de crianças de bá te cantá boas festas pe gent de casa, acompanhod pe sis RECORDAI. E em troca esh te recebê doces, salgadinhos (antigament) e ultimamente algum troquim. Quem te tmá quel dnher ê sô "Jorge" ("tesoureiro", escolhid pe tud gent de grupo como encarregod dess tarefa), "um home de bom consciência".

Quando esh termina de tocá, cada grupo te dividi quel dnher entre sis element. Tud gent te tma mesma quantia ou porção de ofertas quesh colecta ne quel noite de "Sãosilvestre".

Um fazê ess recordai (um modelo mas pikni, simples e mais seguro possivel) pe nha fidje Elijah que nasce ne Rotterdam (Holanda) e que ainda ca tive chance de passá um "São Silvestre" ne Cabo Verde.

Dedicod pe tud quem tem boas memórias dum RECORDAI (caboverdianos dent e fora de Cabo Verde). Alguém dzê quê, "Recordá ê Vivê". Pe no recordá sempre, quem nôs ê. E onde que no ti ta bem. Nôs tradição e nos costumes.

Boas Festas pa tud gent!


Background Music: Dudu Araujo -- "Recordai" (Teofilo Chantre)
Todos os direitos reservados ao(s) autor(es) e produtor(es) da musica. Utilizado como "Fair Use", para ilustrar o vídeo.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Sodadi Bo [Cize]


Sodadi Bo [Cize] by G.Silva for Zona Libertada

Celebrando a vida e obra de Cesária Évora, com mais um beat (instrumental).Obrigado pela boa musica, Cize!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Ta Na Hora! (EP)

 EP de Victor Duarte & Ghost Killer Produções, """

"Ta na hora de sociedad oiá, quê ess cultura ê voz dum juventude atent quê lugar crê melhorá..." - Victor Duarte

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Da Fralda aos Grandes Palcos - Autobiografia de Cau Fortes

O desportista cabo-verdiano Cau Fortes, lança hoje uma obra autobiográfica. "Da Fralda aos grandes palcos" é o título do livro que este filho do Mindelo vai apresentar hoje aos fãs, amigos, colegas e conterrâneos. Cau, "menino da Ribeira Bote", que também já foi internacional pela selecção portuguesa.

Campeão Mundial  sub-20 no inicio da década de noventa, Cau Fortes diz nunca ter "visto um campo relvado na vida", antes de ir jogar no Futebol Clube do Porto. "Durante anos e anos joguei em cima de pedras e pedrinhas, com água e lama. Nunca num relvado..." disse recentemente numa entrevista. "Quando cheguei às Antas  fiquei espantado", acrescentou.

"Sempre gostei muito de jogar. Ainda hoje...Mas não havia aquele sonho de ser isto ou aquilo. Queria jogar e desfrutar, ponto. Nem sabia que se ganhava dinheiro a jogar futebol. Quando o FC Porto se interessou por mim fiquei agradecido e espantado" confessa Cau,  ainda durante a referida entrevista.

O lançamento da autobiografia de Cau Fortes, que conta com um prefácio de João Vieira Pinto, está agendado para a tarde de hoje no Cinema São Jorge, em Lisboa (Portugal).


Fonte: ionline / facebook

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Semana da Cultura (Rotterdam)



Semana da Cultura é o nome do programa organizado pela Casa da Cultura (de Cabo Verde) em Rotterdam.

Workshops de musica, dança, pintura, escultura, capoeira, amostras de filmes, sessões de poesia, "jam sessions", debates e tardes desportivas, fazem parte deste programa que decorre desde o dia 17 do corrente mês, na sede da associação "De Heuvel", em Rotterdam. O programa terminará do dia 23 de Outubro.

Fonte & Foto : Semana da Cultura /Casa da Cultura (Rotterdam)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Ride With It (Short Film)


"Ride With it!", um de nhas short-film (curta). Centralizod ne Sampling e Beatmaking (processo de produzi instrumentais Hiphop) . Tambem um bocadim de bicicleta, que te faze part de nhe dia a dia li ne Rotterdam.
Um bom inicio de semana pa tud gent.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Vieira - Nos E Que Nos (Novo Video)


Vieira, artista cabo-verdiano nascido em Roterdão, faz hoje o lançamento oficial do seu quinto vídeo. O tema do videoclip é "Nos E Que Nos", produzido por Micha Farrah Girgis.

O vídeo e a faixa "Nos E Que Nos", são uma homenagem as raízes cabo-verdianas do referido artista. Vieira normalmente rima em holandês, mas possui já algumas colaborações com outros artistas em crioulo. Filho de emigrantes cabo-verdianos em Roterdão, Vieira respeita e enaltece as suas raízes.

O videoclipe tem dois cenários. Holanda e Cabo Verde. Foi filmado em locais importantes para a comunidade cabo-verdiana em Roterdão e na ilha de São Nicolau (Cabo Verde), terra natal dos seus pais.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Nha Povo Te Cordá Um Dia. Um Tem Fé [FaceBook Note]

O texto que se segue foi partilhado com os meus amigos e conhecidos, no facebook. Tenho escrito alguns "Notes" no FB, sem o intuito de publicar no blog. Vou passar a partilhar essas notas aqui no blog.

Gent novo distraid que asnera (te briga contra grupos "rivais" de outro zona) enquant pais te mais preocupod que po quel "3 vez por dia" na mesa. Politicos preocupod que sis bolso e bem estar de sis familia politica. Convém dzê quesh te preocupod tambê (e mas do que tudo) ne obtê votos desh gent novo que nem temp pe alê um jornal sesh tem. Quanto mais pe alê um livro, um revista técnica ou mesmo um rótulo dum simples lata de atum antes desh abril. No te incubá um sociedade hipócrita, vazia intelectualment, no verdadeiro sentido desh palavra.

Aliás fase de incubação já te passod. No tem oiod clarament qual que resultod dum país cheio de jovens sem habito de leitura, que ca ta informod (tapá oi, ma ess é que verdade e causa maior). Um juventude que catem consciência de quem quesh ê. Tud por hironia dum sociedade que ca crê instrui sê juventude, e que ti te condicioná sê juventude a fcá ness marasmo. Um sociedade que pensá que no te podê fazê pão sem farinha. Nunca ne um casa, culpa de instabilidade é só dos filhos. Pais tem que ter falhod nalgum cosa e esh é que tem que dá exemplo. Bsot criá condições pe elevá nos juventude. Bsot pará de usá nos juventude pe bsot fim político e interesses pessoais.

Tcheu jovens te sinti quish é super inteligent em relação aos outros (e isso não é recente em Cabo Verde. Já é cultural. Já faz parte de nós, infelizmente), porque a maioria dos outros jovens te ignorá tudo a volta desh. Com excepção de coisas efémeras e sem sentido pa dignidade dum ser humano. Li que ta entrá quel estoria que te dzê que na terra de cego, um homem cum oi só podê ser rei. Um te preferi pe deus dá tud nhis gent sis visão do que fcá como sis rei, do que usá sis fraqueza pe nhis interesse.

Nha avó sempre dzem. Menino gent te repreendel, ma gent tem que alimental também. Bsot podê repreendê ess juventude sem direçcão a vontade, sis te merecê. Ma um cosa um crê pe bsot fcá cient. Também bo tem que regá um plantá pel flori. No promovê um sistema de educação diferent, um sistema que não exclui o individuo em situação alguma. Um sistema educativo que só conhece as palavras inclusão e integração. Se isso contcê, dent de 20 anos um gaj te ser um cinquentão orgulhoso de nos sociedade e de nos dirigent político.

Ma manera que cosa ti ta bai, no ti te cmê (e no ti te bem continuá de cmê) pão que nô amassá. E acreditam, ness estória li, no ti te bem fca conchid como diabo, o padeiro que quish fazer pão sem utilizar a farinha. Tomem juizo, meus senhores. Cabo verde anê um empresa. El é um país de gent, gent capaz e inteligente. Seres humanos, acima de tudo. Que bsot subestimam nha povo. Um dia cond nhe juventude espertá, esh te revoltá moda Capitão Ambrósio quel dia quel trazê quel bandera negra desde lá de Fund d'Rbera Bote. E ne quel dia lá esh ca ti te bem brigá contra companher, esh ti te bem esquecê cond gang e thugs. Esh ti te bem uni pe pedi justiça e igualdade pa tud gent desh dez grãozinho. Um que crê oiá desordem na nha terra. Por isso, pa quesh que te podê mudá ess situação que nô tapa oi, ou tratá esh problema moda se no ti te bem sei na rua pe festejá carnaval. Bsot reflecti bsot posição ness "guerra" contra juventude. Em vez disso, bsot declará guerra contra a ignorância e a falta de perspectiva que nos juventude ti te vivê. 

Quarta-feira, 15 Junho 2011 (Facebook)

sábado, 16 de abril de 2011

O Pão Também...

O preço do pão aumentou, como havia previsto neste artigo. Pelo menos na cidade da Praia e no Mindelo. Aparentemente, as manifestações de descontentamento já começaram.

"...justificado pelos operadores de indústria de panificação, pastelaria e similares pelo agravamento dos preços das matérias primas como a farinha, água, açúcar e óleo."
A crise chegou realmente as nossas ilhas, ou ainda estamos "blindados"? A ARE (Agência de Regulação Económica) é que parece estar "blindada" (ninguém analisa as suas últimas actualizações...Alguém!?).

O preço dos combustiveis sofreram já três aumentos, "num espaço de três meses".  Aumentam-se os preços e nós o povo, só observamos. Alguns dos que têm acesso a informação (e a internet) ou são entrevistados,  já protestam. Mas a maioria, preocupada com a sobrevivência do dia a dia, infelizmente ficam que nem "burro te oiá pa paloss". Pelo menos até se atingir o "limite máximo" . Aí entra o nosso representante, o governo. Pois, a ARE perde jurisdição no assunto, quando ultrapassar esse "limite máximo" (25%) de aumento dos preços, alegadamente "estabelecido na lei". Há já casos em que o pão custa 50% mais caro que anteriormente. Mas, não sei se o pão conta nessa  tal lei sobre o "aumento máximo". Para o cidadão cabo-verdiano que regularmente não toma o pequeno almoço com "corn flakes", conta e muito um aumento acima dos 25% no preço do pão.

Ainda não ouvi nenhum anúncio do aumento dos vencimentos. É para quando? Oh, ainda não se falou no assunto? Sei...com isto tudo, chego a uma conclusão.  Alguém precisa "regular" os "reguladores". Governo de Cabo Verde, queremos pão para todos. Eu disse ao nosso representante, que queremos pão para todos. O povo está claramente descontente e precisamos urgentemente de uma solução que não martirize mais a carteira dos menos favorecidos. Agradecemos que concentre a sua atenção nestes bens essenciais. O pão e a água. Se for necessário, que façam mais um "retiro" e resolvam ou minimizem o impacto destes aumentos.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Monte Cara - Maria Cze C'Bo Tem


Um de quesh som classico d'nôs. Monte Cara (Djon d'Cornélia), ma sis tema "Maria C'ze C'Bô Tem". Dedicod pe tud nhis irmon e irmã caboverdiana espaiod pe mund inter. Bsot curtil lá!

Fonte: / RTC

domingo, 10 de abril de 2011

EGOS I

(A Expressão Facial Diz Tudo)

Um dos problemas básicos das ilhas (se calhar, do planeta), é o ego. Alguns pensam que são os animais mais majestosos desta "selva", que nós chamamos de sociedade. Albert Einstein já dizia, "a person who never made a mistake, never tried anything new". Convém não enganar a vossa cabeça, pensando que o Avtomat Kalashnikov que aquele senhor nos deixou, vos fez senhores e donos da verdade e do conhecimento nesta terra. Em São Vicente temos uma expressão que diz "bá te para bo Jeep". Por isso é que nos encontramos encalhados na situação actual, sem perspectivas para melhorar, por causa do tal ego.

"You can fool some people sometimes, but you can't fool all the people all the time" - Bob Marley


And you must be so full of yourself to think you can fool G.Silva.


Post Scriptum - Desculpem o inglês, mas há gente nesta mata que não precisa de tradução. São os donos da verdade e detentores de um ego "tamonh d'manhá". Quando a humildade voltar a reinar, regressarei com posts em português, ou mesmo "criolês", se me apetecer.

Leitor das "Storias Mindlenses de Soncente..."

(Fotografia Tirada Durante Féiras Na Republica Dominicana. Poderia Ser CV!)
A coluna do Jornal Liberal Online que mais adoro ler (desculpem a franqueza) é a do Zizim Figueira (José Figueira, Júnior). Aos domingos é um entretenimento garantido. Também uma importante fonte de informação sobre o quotidiano do São Vicente antigo. Este fim-de-semana, o artigo de Zizim Figueira tem como título "NA CAMIN DE SAN TMÊ - ONES 1950/1960". Vale a pena ler estes textos, porque para alguém da minha geração são muito informativos.

Desde criança, preferi em determinados momentos, conviver com as pessoas mais velhas. Essa abertura a experiência dos mais antigos, ensinou-me muita coisa. Episódios contados em primeira pessoa, sem os quais não seria quem sou. Desde estórias mil contadas pela minha avó paterna (Nha bêbê d'Rbera Bote), pelo querido e hoje falecido titio Artur (que esteve também em São Tomé), até as estórias do campo narradas pelo saudoso Nhô Jon (descanse em paz). Este último era um tio-avô que ajudou a minha avó durante muitos anos nas lides do campo, pelos lados de Baleia e Monte Verde.

Guardo lembranças de alguns episódios, quando ainda criança (desde tenra idade) acompanhava a minha avó e o Nhô Jon, a Baleia e ao Monte Verde. No tempo em que me atavam a cela de um burro (ou uma mula) com um lençol, para que eu não caisse durante a longa trajectória que percorreriamos de Ribeira Bote até Baleia. Estórias sobre as quais um dia hei de escrever, com a ajuda da minha avô, e se a memória e a vida não me atraiçoarem.

Fonte: Liberal
Imagem: Arquivo Pessoal

sábado, 9 de abril de 2011

Fim de Semana Sangrento Na Holanda

 

Tristan Van der Vlis, um holandês de 24 anos, foi aparentemente o único protagonista de um episódio sangrento ocorrido hoje num centro comercial da cidade "Alphen aan den Rijn", Holanda. Dezasseis pessoas (entre elas, crianças) foram vítimas do tiroteio desencadeado por Tristan, e neste momento já foram anunciadas seis mortes (sete, se também se contar o atirador que cometeu suicidio) entre as vítimas deste trágico momento. O atirador possuia 3 armas de fogo, e não tinha um "background" militar. Segundo algumas testemunhas que sobreviveram este horror, Van der Vlis atirava a sangue frio nas vítimas.

Ele residia com o pai dele, numa moradia situada atrás do centro comercial. A mãe dele encontrou uma carta de despedida no seu apartamento. O conteúdo desta é ainda desconhecido. Entretanto, no automóvel de Tristan Van der Vlis, foi também encontrado uma nota cujo conteúdo, alegadamente, aponta para a existência de explosivos em três centros comerciais. Na sequência do sucedido, as autoridades decidiram bloquear o acesso a três centros comerciais na cidade "Alphen aan den Rijn". A policia não crê que o conteúdo desta nota corresponda a verdade, mas preferiu não arriscar vidas.

O atirador trajava um casaco de couro ( bomberjack) e umas calças de tecido camuflado, estilo militar. Após ter feito várias vítimas com um arma automática, tirou a sua própria vida com um tiro de uma outra arma (foto acima). O incidente teve lugar por volta do meio dia de hoje.



(Clique Na imagem)
Num incidente separado, ocorrido ainda hoje no Sul de Rotterdam, relativamente perto da minha residência, (foto acima)  um homem foi executado com dois tiros por um individuo que de momento encontra-se foragido. Um tiro na cabeça e outro no corpo. Mais assustador ainda é o facto deste incidente ter acontecido mesmo a entrada de uma esquadra policial. Os agentes daquele "bureau" que ouviram os tiros, vieram socorrer a vítima e tentaram reanima-lo. Tiveram sucesso uma primeira vez, mas a vítima não resistiu e acabou por falecer no local.

Estava na cozinha preparando o jantar, quando ouvi o barulho de um helicóptero a sobrevoar baixo. Fui a correr apanhar o meu filho para lhe mostrar o helicóptero da varanda. A minha esposa veio atrás de mim a rir da forma como levei o miúdo a correr, e ficou séria quando notou que se tratava de um helicóptero do hospital. Boa coisa não é, e vai aterrar aqui perto, disse-me ela. Lá voltei para os meus tachos, quando de repente ela me disse que tinha acontecido um incidente perto da nossa casa. E que um homem tinha sido aparentemente executado por um outro individuo ainda não identificado.

Dois episódios lamentáveis,  que abalaram a Holanda este fim de semana. E um deles teve lugar na esquadra policial situada ao lado da casa da avó de um amigo meu. Já estive no local várias vezes convivendo com grupos de amigos cabo-verdianos e antilhanos. É de arrepiar, a proximidade a que o perigo as vezes se encontra.

Imagens: NOS/TVRijnmond/Google Earth

Que o Preço Do Pão Não Sofra Alterações


Não ficarei estupefacto quando for anunciado nos próximos dias que o pão aumentou de preço no país. Após esta nova "regulação" no preço dos combustiveis (e que consequentemente reflectirá nos preços da água e da electricidade), não será de se estranhar que o pão venha a custar mais caro. Embora também se tenha dito que esse aumento nos preços da água e electricidade não afecta o sector industrial. Ou será que já foram adoptadas medidas para que um aumento no preço do pão não aconteça? Digam-me por favor, se tiverem mais informações.

Uma outra dúvida que tenho, é se os preços dos combustíveis não deveriam ser calculados de acordo com o custo do combustivel em stock, ou seja o combústivel já aquidirido? Opiniões de pessoas ligadas a essa área ou que entendam mais do que eu do assunto, precisa-se. Este blogger agradece antecipadamente.

Fontes: ARE e TCV

Jornal Da Noite - TCV Em Directo


A Televisão de Cabo Verde (TCV) passa a transmitir o jornal da noite em directo (online). Hoje a noite vou testar o serviço. Espero e torço para que o stream funcione bem. Mas desconfio que a sobrecarga de "viewers" (espectadores) possa vir a causar algum "freezing" na emissão.

Seria muito bom se esse serviço vier a funcionar de forma adequada. Pessoalmente, não me agrada muito ver o jornal da noite com 24 ou 48 horas de atraso. Mas era o que tinhamos, e se já era um incentivo poder acompanhar online, acompanhar em directo será muito mais interessante. Força TCV! Temos que acompanhar o progresso tecnológico. Há muito que esperava por este momento. O próximo passo, seria transmitir toda a programação diária da TCV, em directo. Havemos de lá chegar, um dia destes.

Imagem: Logotipo da TCV
 
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