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| (Fotografia Tirada Durante Féiras Na Republica Dominicana. Poderia Ser CV!) |
A coluna do Jornal Liberal Online que mais adoro ler (desculpem a franqueza) é a do Zizim Figueira (José Figueira, Júnior). Aos domingos é um entretenimento garantido. Também uma importante fonte de informação sobre o quotidiano do São Vicente antigo. Este fim-de-semana, o artigo de Zizim Figueira tem como título "NA CAMIN DE SAN TMÊ - ONES 1950/1960". Vale a pena ler estes textos, porque para alguém da minha geração são muito informativos.
Desde criança, preferi em determinados momentos, conviver com as pessoas mais velhas. Essa abertura a experiência dos mais antigos, ensinou-me muita coisa. Episódios contados em primeira pessoa, sem os quais não seria quem sou. Desde estórias mil contadas pela minha avó paterna (Nha bêbê d'Rbera Bote), pelo querido e hoje falecido titio Artur (que esteve também em São Tomé), até as estórias do campo narradas pelo saudoso Nhô Jon (descanse em paz). Este último era um tio-avô que ajudou a minha avó durante muitos anos nas lides do campo, pelos lados de Baleia e Monte Verde.
Guardo lembranças de alguns episódios, quando ainda criança (desde tenra idade) acompanhava a minha avó e o Nhô Jon, a Baleia e ao Monte Verde. No tempo em que me atavam a cela de um burro (ou uma mula) com um lençol, para que eu não caisse durante a longa trajectória que percorreriamos de Ribeira Bote até Baleia. Estórias sobre as quais um dia hei de escrever, com a ajuda da minha avô, e se a memória e a vida não me atraiçoarem.
Fonte: Liberal
Imagem: Arquivo Pessoal
Desde criança, preferi em determinados momentos, conviver com as pessoas mais velhas. Essa abertura a experiência dos mais antigos, ensinou-me muita coisa. Episódios contados em primeira pessoa, sem os quais não seria quem sou. Desde estórias mil contadas pela minha avó paterna (Nha bêbê d'Rbera Bote), pelo querido e hoje falecido titio Artur (que esteve também em São Tomé), até as estórias do campo narradas pelo saudoso Nhô Jon (descanse em paz). Este último era um tio-avô que ajudou a minha avó durante muitos anos nas lides do campo, pelos lados de Baleia e Monte Verde.
Guardo lembranças de alguns episódios, quando ainda criança (desde tenra idade) acompanhava a minha avó e o Nhô Jon, a Baleia e ao Monte Verde. No tempo em que me atavam a cela de um burro (ou uma mula) com um lençol, para que eu não caisse durante a longa trajectória que percorreriamos de Ribeira Bote até Baleia. Estórias sobre as quais um dia hei de escrever, com a ajuda da minha avô, e se a memória e a vida não me atraiçoarem.
Fonte: Liberal
Imagem: Arquivo Pessoal

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